A eliminação do São Paulo para a LDU nas quartas de final da Copa Libertadores segue dando o que falar! O principal alvo das críticas da torcida é a gestão do presidente Julio Casares, especialmente no que diz respeito a montagem do elenco para 2025.
Entre os principais pontos está a venda de jovens formados em Cotia que vinham despontando como opções para o time principal. Ao todo, a equipe vendeu William Gomes, Ângelo, Matheus Alves, Henrique Carmo e Lucas Ferreira para o futebol europeu, todos por valores considerados abaixo do mercado. Além disso, a contratação de Emiliano Rigoni também está em evidência.
O atacante argentino já não possuía prestígio com o torcedor devido a sua primeira passagem pelo clube, entre 2021 e 2022, quando iniciou bem sob o comando de Hernán Crespo mas caiu consideravelmente de rendimento a partir da troca na comissão técnica por Rogério Ceni. Neste ano, o jogador chegou com a responsabilidade de ser o “homem gol” do Tricolor na ausência de Calleri e André Silva.
Mas, Rigoni ainda está longe de assumir esse papel. O camisa 77 já vestiu a camisa vermelha, preta e branca em quatro oportunidades desde que retornou neste mês de setembro, sem sequer conseguir balançar as redes. Justamente por isso, está sendo apontado como um dos responsáveis pela eliminação na Libertadores, já que perdeu chances importantes no primeiro jogo e teve uma performance abaixo na volta.
Rigoni pode ser “premiado” com novo contrato
Apesar das críticas a Rigoni por parte da torcida, a diretoria tricolor parece pensar diferente. Isso porque o atual vínculo do atleta, um empréstimo junto ao León, do México, inclui uma cláusula para renovação automática considerada atingível, estipulada pelo próprio São Paulo.
Caso Crespo utilize Rigoni por ao menos 45 minutos em 12 partidas, sua permanência no MorumBIS será concluída automaticamente por mais um ano, sem possibilidade do São Paulo negar a movimentação. Apesar das más atuações, a tendência é de que o atacante siga sendo utilizado regularmente, já que o Tricolor sofre com a falta de opções no setor ofensivo. Dos quatro jogos disputados, três cumpriram esse mínimo estipulado, ou seja, faltam apenas nove partidas para a ativação.
