O são-paulino ganhou motivos de sobra para sorrir aliviado, ao menos até a próxima partida. O São Paulo espantou os resultados negativos e deu um passo à frente para conquistar seu objetivo no Brasileirão: a vaga na próxima Libertadores. Com a vitória por 2 a 0 sobre o Fortaleza na quinta-feira (2), a distância para o Bahia, que abre o G-6, caiu para somente dois pontos.
A partida contou com gols de dois jogadores bastante contestados nesse momento do clube: Gonzalo Tapia e Luciano. O chileno abriu o placar aos 11 minutos, com assistência de outro atleta que gera insatisfação nos tricolores, Emiliano Rigoni. Mas, apesar do momento como herói com o passe para o gol, o camisa 77 colocou o resultado em risco 10 minutos depois, ao ser expulso por uma entrada imprudente em Deyverson.
Mesmo com um a menos, o São Paulo conseguiu segurar o resultado e, já na reta final da partida, Luciano selou a vitória e deu fim ao maior jejum de gols de sua carreira. Além dos jogadores que deixaram seus nomes no placar, a rodada contou com uma grata surpresa para o torcedor são-paulino.
Isso porque Luiz Gustavo voltou a ser titular após lidar com um tromboembolismo pulmonar por cerca de seis meses. A condição ocorre quando há presença de coágulos de sangue no pulmão e, como é considerada grave, o meio-campista precisou se afastar até concluir o tratamento.
O jogador de 38 anos voltou a ser importante dentro dos gramados para a equipe, dessa vez suprindo a ausência de quatro zagueiros completando o trio da defesa com Sabino e Negrucci. Conforme estatística do Sofascore, Luiz Gustavo realizou seis cortes, dois bloqueios de chutes, duas interceptações e mais dois desarmes ao longo de toda a partida. Além disso, perdeu apenas um duelo pela bola entre os seis que disputou.
Luiz Gustavo pode não permanecer no São Paulo
Apesar da boa atuação, há a expectativa de que Luiz Gustavo deixe de vestir a camisa do São Paulo nos próximos meses. Além de possuir contrato apenas até o fim deste ano, seu salário elevado, de aproximadamente R$ 1 milhão, deve ser determinante para o clube optar por não oferecer um novo vínculo.
