O São Paulo está se movimentando nos bastidores para selar um “reforço” para 2026 a pedido do técnico Hernán Crespo. No entanto, não se trata de um nome para atuar nos gramados, e sim de um mega investimento de R$ 21 milhões no departamento médico, setor que vêm causando dor de cabeça para o clube em 2025.
Ao todo, o Tricolor Paulista já lidou com mais de 60 desfalques somente no time profissional masculino. Apenas Rafael, Sabino, Patryck Lanza, Maílton, Felipe Negrucci, Damián Bobadilla, Gonzalo Tapia, Luciano e Emiliano Rigoni escaparam de lesões ao longo desta temporada.
Por consequência, a reformulação do departamento médico será considerado prioridade para 2026. De acordo com o GE, o clube firmou uma parceria com a Escola Paulista de Medicina (Unifesp) para revisar o modo de atuação do setor em busca de inovações na prevenção de lesões.
Projeto do São Paulo investirá R$ 21 milhões
Como parte da parceria, a Unifesp construirá um novo laboratório para o clube, ‘Ambulatório de Medicina Regenerativa e Reparativa’. Dessa forma, o projeto conta com um investimento de R$ 21 milhões, que não sairá dos cofres do São Paulo, dividido em três anos (R$ 7 milhões por ano).
Segundo Lucas Leite Ribeiro, profissional que será responsável por chefiar o Ambulatório de Medicina Regenerativa e Reparativa, o projeto visa minimizar casos de lesões por desgaste. “Não há como zerar lesões no futebol(…) Oscar toma uma joelhada e quebra três vértebras, lesões de ligamento… Esses traumas acontecem. Agora, lesão por desgaste e uso excessivo, nós podemos minimizar(…) Temos que tentar minimizar as lesões musculares e tendíneas (rupturas ou inflamações nos tendões).”, disse ao GE.
