Além de ver o São Paulo viver mais uma temporada sem títulos, os são-paulinos também amargam o gosto de assistir seus rivais disputando as principais taças do futebol brasileiro e sul-americano. Inclusive, o pior cenário possível está prestes a se tornar realidade.
Acontece que, com a classificação de Palmeiras e Flamengo para a final da Copa Libertadores, o São Paulo será inevitavelmente ultrapassado no número de taças na principal competição continental. Atualmente, as três equipes junto ao Santos e ao Grêmio ostentam o posto de maiores campeões da “Liberta”, todos com três títulos.
Mas, as duas equipes na ponta da tabela do Brasileirão terão a chance de alcançar a honraria de assumir o tetracampeonato de maneira inédita. Para piorar, os são-paulinos ainda poderão ter o desgosto de assistir o grande rival Palmeiras se consagrar também como campeão brasileiro, completando uma dobradinha.
São Paulo está longe do tetra
Enquanto isso, a realidade do São Paulo passa bem longe de ser a mesma. Além da queda nas quartas de final da atual edição, a equipe comandada por Hernán Crespo sequer está garantida na Libertadores de 2026. Inclusive, suas chances estão consideravelmente baixas. De acordo com levantamento do Departamento de Matemática da UFMG, o Tricolor está atrás de outras três equipes na briga pela sexta colocação.
Palmeiras e Flamengo já contam com sua classificação garantida, enquanto Cruzeiro possui 99,99% de probabilidade e Mirassol 99,79%. Atrás do G-4, vem o Bahia com 91% na quinta colocação. A sexta colocação, que possui disputa aberta, tem Fluminense e Botafogo empatados como favoritos, com 71,3%. O oitavo colocado Vasco da Gama possui 31,9%, enquanto o São Paulo, nono na tabela, possui apenas 17,8%.
Mas, como uma das duas equipes no topo da tabela conquistarão a “Liberta” desse ano, o G-6 irá se tornar G-7. Ou seja, na tabela atual o Bahia se classificaria direto enquanto Fluminense e Botafogo estariam garantidos na pré-Libertadores. Junto a isso, há a possibilidade do Tricolor Carioca conquistar a Copa do Brasil, já que é semifinalista. Neste caso, o G-7 se tornaria G-8.
