O futebol brasileiro conta atualmente com um número recorde de estrangeiros. O número é significativo não somente quando se trata de técnicos, como Abel Ferreira, Vojvoda e Hernán Crespo, mas também quando falamos dos jogadores.
De acordo com um levantamento realizado pelo GE, o Campeonato Brasileiro alcançou um recorde nesta temporada. Ao todo, são 153 jogadores estrangeiros atuando em solo brasileiro. O Fluminense e o Grêmio assumem a liderança no ranking de clubes que contam com mais “gringos” no elenco, cada um com 12 jogadores.
O São Paulo não fica tão atrás, já que possui 11 atletas e está empatado com o Botafogo nessa segunda posição. A dupla que fecha o TOP-3 é o Flamengo e o Fortaleza, totalizando 10. O país natal de Hernán Crespo, a Argentina, está a frente com folga na lista de países com mais representantes no futebol brasileiro, com 47 jogadores no total.
Em segundo lugar está o Uruguai, com 20 jogadores a menos. Fechando o TOP-3 está a Colômbia, com 19 no total. O número total representa um aumento ligeiro quando comparado à última edição do Brasileirão, onde 149 atletas estrangeiros estiveram em campo. Apesar do número elevado, a CBF mantém suas regras rígidas.
CBF limita uso de atletas de outros países
Conforme a regra da CBF, clubes podem contratar quantos estrangeiros quiserem e inscrevê-los no Boletim Informativo Diário (BID). Mas, a entidade máxima do futebol brasileiro limita a quantidade de “gringos” relacionados por partida: apenas nove jogadores.
No caso do São Paulo, a equipe não se preocupava com esse número máximo, já que um dos estrangeiros, o capitão Jonathan Calleri, está no departamento médico por lesão desde abril. No entanto, com a contratação de Rigoni, a comissão técnica de Hernán Crespo passou a precisar controlar a participação para não exceder o máximo de nove.
