Sem Jonathan Calleri desde abril devido a uma ruptura ligamentar no joelho, o São Paulo viu sua posição de ataque deixar de ser uma certeza para se tornar uma enorme dúvida. Apesar de André Silva ter dado conta do recado diante da ausência do camisa 9 argentino, o jogador também sofreu uma ruptura ligamentar no joelho em agosto.
A lesão fez o São Paulo agir com urgência nos últimos dias do mercado de transferências para buscar um substituto, já que a posição contava apenas com Dinenno como opção. A torcida sonhava com Marcos Leonardo, mas se frustrou com o colapso das negociações. Apenas Emiliano Rigoni acabou sendo contratado para o ataque.
Agora, o Tricolor contará apenas com Dinenno e Rigoni para o restante da temporada. Curiosamente, os salários mensais da dupla não chega perto do valor que o titular da posição, Calleri, recebe no Tricolor. Enquanto o camisa 9 tem vencimentos mensais na casa dos R$ 1,3 milhão, Dinenno recebe “apenas” R$ 600 mil, enquanto o recém-contratado Rigoni recebe menos ainda.
Rigoni chegou recebendo menos que Dinenno
Rigoni recebia cerca de R$ 500 mil mensais no León, do México, valor que por si só já é inferior ao salário de Dinenno. No entanto, precisou reduzir essa quantia para acertar um vínculo por empréstimo com o São Paulo, já que o clube se recusou a atingir esse valor em sua proposta.
Vale ressaltar que seu empréstimo possui duração apenas até o fim desse ano, quando seu contrato com o León expira. De acordo com apuração da ESPN, o plano do Tricolor é oferecer um novo contrato a Rigoni no próximo ano, dessa vez em definitivo, já que o atleta estará livre no mercado.
