A torcida do São Paulo tem ficado na bronca com as últimas gestões do clube. O Tricolor Paulista tem sofrido com a crise política, que também afeta as finanças e prejudica o andamento do futebol. O atual presidente, Julio Casares, é alvo de críticas constantes do torcedor são paulino.
Só que a crise política não vem de agora nos bastidores do São Paulo. Em 2015, Carlos Miguel Aidar reununciou ao cargo de presidente do Tricolor depois de ter visto o seu nome envolvido em graves acusações feitas por um antigo aliado, o ex-vice de futebol do clube, Ataíde Gil Guerreiro.
Bastante pressionado pela oposição, Aidar conversou com a base aliada e foi convencido por outros membros da diretoria a entregar o cargo antes mesmo do fim do mandato. A saída do então presidente pegou alguns profissionais de surpresa, já que os funcionários foram avisados da renúncia através de um e-mail.
Presidente do São Paulo dá adeus e renuncia ao cargo
Ao entregar a carta de demissão, Aidar fez um breve comunicado e deixou o cargo livre para a posse de Carlos Augusto de Barros e Silva, mais conhecido como Leco, que até então era o presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, mas se tornou o presidente principal do clube paulista.
“Agora o presidente é o Carlos Augusto Barros e Silva”, disse Aidar ao se despedir do São Paulo. As denúncias feitas por Ataíde diziam que Aidar teria sido gravado em uma conversa admitindo que havia corrupção na diretoria. Os dois dirigentes chegaram a discutir e se agrediram em uma hotel da capital paulista. O ex-vice de futebol chegou a entregar um dossiê como prova das acusações.
