O São Paulo certamente vive uma temporada para esquecer. Além de não ter erguido taças, o clube ainda fracassou na única meta que lhe restou no Brasileirão: conquistar uma vaga na próxima Copa Libertadores. Com a derrota por 6 a 0 para o Fluminense, o time enterrou de vez suas chances de entrar no G-7.
Após o amasso sofrido no Maracanã, o diretor executivo de futebol, Rui Costa, foi a público abrir o jogo sobre o resultado e admitiu a necessidade de mudanças. “Nós temos certamente que pensar, não mantivemos um bom nível de performance, depois de um resultado desse ainda fica mais difícil de justificar algo. A partir da identificação do que nos trouxe a esse ponto é que vamos planejar 2026.”, disse Costa.
São Paulo já vivenciou crise maior em sua história recente
Mas, engana-se quem pensa que este é o pior momento da história recente do São Paulo. Há 10 anos, o clube tomou conta das manchetes esportivas graças a uma grande polêmica envolvendo sua diretoria da época. Carlos Miguel Aidar, então presidente do Tricolor Paulista, deixou a presidência após ser alvo de acusações de corrupção vindas de seu ex-vice, Ataíde Gil Guerreiro.
Após o caso estourar publicamente, Aidar optou por renunciar ao cargo de maneira silenciosa, longe dos holofotes. O ex-mandatário se despediu dos funcionários por e-mail e e entregou sua carta de renúncia à alta cúpula do São Paulo no mesmo dia. Em seguida, fez a única aparição pública para anunciar: “Agora o presidente é o Carlos Augusto Barros e Silva.”
