Enquanto o São Paulo vende suas joias a “preço de banana” para fechar as contas, a realidade do Bahia é completamente diferente. O time do “M1TO” Rogério Ceni faz parte de um dos maiores conglomerados de clubes do mundo, o Grupo City, e vêm se consolidando ano após ano como uma das equipes mais consistentes do país.
Como não falta dinheiro aos cofres do clube “irmão” do gigante Manchester City, a diretoria realizou uma movimentação surpreendente em 2025. Na reta final de outubro, o Tricolor Baiano aplicou um “chapéu” no Flamengo, Internacional e Red Bull Bragantino e garantiu a contratação do atacante Dieguinho, de apenas 14 anos.
Mesmo com pouca idade, a projeção para o futuro do jovem já movimentou cifras elevadas. O Bahia desembolsou 1 milhão de euros (R$ 6,1 milhões) para superar os clubes e assinar com o jovem, que é representado pela F3 Sports. O montante quebrou recordes e transformou Dieguinho na contratação mais cara da história do futebol brasileiro para um jovem Sub-16.
Além dos quatro clubes brasileiros citados, o atacante também atraiu olhares de equipes da Europa. Porém, optou por assinar com o clube do Grupo City. A contratação, inclusive, não foi a única realizada pelo Bahia para as categorias de base que movimentou valores considerados altos para o padrão brasileiro.
Bahia gastou R$ 26 milhões em jovens para a base
Anteriormente, o clube também assinou com o meia-atacante David Martins, de 17 anos, por R$ 12 milhões, pagos ao América Mineiro. Além dele, também houve a polêmica transferência de Kauê Furquim, jovem de 16 anos que estava na base do Corinthians e se mudou para o clube de Rogério Ceni após o pagamento da multa rescisória de R$ 14 milhões.
