Após a lesão de André Silva no último domingo (24), o São Paulo está correndo contra o relógio para garantir um substituto para o técnico Hernán Crespo. Com isso, o clube agiu nos bastidores para consultar a situação de Marcos Leonardo, atualmente no Al-Hilal, da Arábia Saudita.
O centroavante formado nas categorias de base do Santos chegou a brilhar pelo clube saudita na Copa do Mundo de Clubes, mas não caiu nas graças do técnico Simone Inzaghi. Por consequência, se tornou um dos jogadores negociáveis no elenco da equipe. De acordo com o GE, o São Paulo, ciente dessa situação, realizou consultas nessa terça-feira (26) para estudar a possibilidade de contar com o brasileiro.
Mas, a negociação é considerada improvável. Isso porque o Al-Hilal busca recuperar os 40 milhões de euros investidos no jogador e prioriza uma venda nesse valor, que o torcedor são-paulino bem sabe que está fora do alcance do clube. Além disso, o salário de Marcos Leonardo também está consideravelmente acima do padrão brasileiro.
O centroavante recebe R$ 7,5 milhões por mês na Arábia Saudita, valor alto até para clubes financeiramente estáveis, como Flamengo, Botafogo e Palmeiras. A esperança do Tricolor seria fechar um empréstimo sem taxa de pagamento, negociando o pagamento dos vencimentos mensais do atleta ou contando com suporte de patrocinadores. Além disso, o clube teria a seu favor o fato de Marcos Leonardo ser são-paulino.
Ex-São Paulo colocou Marcos Leonardo no radar do clube
A possibilidade de negociar pelo jogador ganhou um fato curioso na quarta (27). Isso porque Petros, ex-jogador do São Paulo que atua como empresário, afirmou por meio de suas redes sociais que ele foi o responsável por colocar o nome do centroavante no radar da diretoria. Inicialmente, o clube não tinha o jogador do Al-Hilal no radar.
Segundo Petros, ele entrou em contato com Marcos Leonardo e em seguida falou com o presidente Julio Casares para colocar a possibilidade na mesa. O ex-São Paulo defende que o clube pode alcançar um acordo por empréstimo se oferecer uma divisão do salário do jogador, visto que Marcos Leonardo não deve ser inscrito no campeonato saudita e também não possui propostas da Europa na mesa.
