O São Paulo rejeitou de última hora a possibilidade de realizar mais uma negociação de um jovem formado em Cotia neste ano. Ao todo, o clube arrecadou R$ 172,5 milhões em transferências definitivas ou por empréstimo de atletas “da casa”. Apesar da política de vendas, a diretoria negou uma proposta diretamente da Europa.
De acordo com o GE, o clube teve negociações avançadas para ceder o lateral-direito Patryck Lanza por empréstimo ao Pafos, do Chipre. O acerto envolvia o pagamento de R$ 1,2 milhão de imediato, juntamente com uma cláusula de obrigação de compra de 50% dos direitos econômicos por R$ 12,7 milhões.
A negociação, inclusive, chegou a estágio avançado e o atleta já aguardava a emissão das passagens de avião para seguir para o Chipre. No entanto, o São Paulo desfez o acerto nos últimos instantes, após o Pafos tentar mudar os valores envolvidos no empréstimo e, por consequência, retroceder o negócio a estaca zero.
Patryck atua pelo Tricolor desde o Sub-13. Na equipe profissional, realizou sua estreia em 2022. De lá para cá, disputou 38 partidas com o time principal, contribuindo com duas assistências. O lateral, inclusive, foi titular na última partida do São Paulo antes da pausa para a Data FIFA, diante do Cruzeiro, na derrota por 1 a 0.
São Paulo lucrou milhões com vendas de jovens da base
A diretoria do São Paulo adotou como política de transferências para 2025 a venda de jovens promessas da base, visando a arrecadação financeira na tentativa de fechar as contas do ano em superávit. Ao todo, quatro atletas deixaram o clube em definitivo e um por empréstimo.
- Lucas Ferreira – para o Shakhtar Donetsk (R$ 63 milhões);
- William Gomes – Porto (R$ 61 milhões);
- Matheus Alves – CSKA Moscou (R$ 39 milhões);
- Rodrigo Nestor – Bahia (R$ 9.5 milhões) – empréstimo.
